Artigos de Opinião

José Manuel Fernandes aborda diversas materias políticas da atualidade nacional e europeia.

A razão está do lado dos professores

Os professores estão desanimados, tristes, desmotivados e revoltados. As reivindicações que fazem são justas e favorecem o interesse nacional. Os slogans como a “paixão da educação” podem servir para caçar – momentaneamente – votos, mas de nada servem se não forem acompanhados de ações concretas. Os professores assim como a generalidade dos portugueses estão fartos de proclamações.

Reforçar a democracia, melhorar a governação

Tenho insistido que os valores europeus, como a democracia, estado de direito, liberdade, defesa da vida e da dignidade humana, têm de ser o chão comum da nossa sociedade. Eles são a base, o alicerce do desenvolvimento económico e social. Erradamente, damos estes valores que conquistámos como absolutamente adquiridos, o que não é verdade: estes valores precisam de ser defendidos, reforçados e promovidos incessantemente. Por isso, faço votos que em 2023 as democracias se fortaleçam, as ditaduras enfraqueçam e os populismos de esquerda e direita regridam. Será a melhor forma de ultrapassarmos a guerra e vencermos os desafios comuns que enfrentamos.

2022: Ano difícil e desafiante

Neste artigo, realço alguns factos de 2022 que considero relevantes.
1- Em 24 de Fevereiro a Rússia iniciou uma guerra invadindo – sem justificação – a Ucrânia.
2- A vitória de Emmanuel Macron foi sofrida, mas muito importante para a UE.
3- Do outro lado do nosso continente, a vitória de Lula nas presidenciais trouxe esperança.
4- O ano que agora finda representa também o fim da pandemia.
5- A nível nacional é de destacar que António Costa ganhou as eleições com maioria absoluta.
6- 2022 foi o primeiro ano do PRR e deveria ter sido – pelo menos – o primeiro ano do Portugal 2030.
7- Tenho insistido que temos uma tempestade de milhões prestes a transformar-se num Tsunami.

Votos de um excelente 2023.

UM NATAL DE ESPERANÇA

A vida corre e foge-nos a uma velocidade louca. Há que saborear os melhores momentos. O Natal é o melhor tempo para parar, meditar e conviver. O Natal é aconchego, alegria, família e partilha. Em simultâneo, é memória que traz – sempre – a saudade e a tristeza, por não termos entre nós os que partiram e continuamos a amar.
O presépio e o nascimento de Jesus remetem-nos para a força da humildade, do autêntico e da simplicidade. Nascemos todos iguais. O “outro” é como “eu”. Os valores da tolerância, igualdade, defesa da dignidade humana deveriam estar presentes em todos os lugares do planeta. Infelizmente, as violações dos direitos humanos, a discriminação de raças e as desigualdades são gritantes.

Um Governo inimigo da coesão

Portugal está a empobrecer, a ser ultrapassado todos os anos por Estados-membros que aderiram à União Europeia depois do nosso país e que, na altura, eram muito mais pobres que nós. Em 2024, prevê-se que a Roménia ultrapasse Portugal em termos do PIB per capita. O Governo de António Costa é bom a iludir, as habilidades são uma constante, mas há um facto que é impossível de desmentir: apesar da “chuva de milhões” que recebemos da União Europeia, Portugal empobrece e recua face à média da UE.

Um orçamento da UE -fortalecido- para 2023

Tempos difíceis exigem respostas extraordinárias. Um dos instrumentos mais fortes ao dispor da União Europeia para apoiar os cidadãos, famílias e empresas, é o seu orçamento anual, com o valor total -em pagamentos- superior a 160 mil milhões de euros. Mais uma vez fiz, na qualidade de coordenador da comissão dos orçamentos do grupo político Partido Popular Europeu, fiz parte da equipa de negociadores do Parlamento Europeu.

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A razão está do lado dos professores

Os professores estão desanimados, tristes, desmotivados e revoltados. As reivindicações que fazem são justas e favorecem o interesse nacional. Os slogans como a “paixão da educação” podem servir para caçar – momentaneamente – votos, mas de nada servem se não forem acompanhados de ações concretas. Os professores assim como a generalidade dos portugueses estão fartos de proclamações.

Reforçar a democracia, melhorar a governação

Tenho insistido que os valores europeus, como a democracia, estado de direito, liberdade, defesa da vida e da dignidade humana, têm de ser o chão comum da nossa sociedade. Eles são a base, o alicerce do desenvolvimento económico e social. Erradamente, damos estes valores que conquistámos como absolutamente adquiridos, o que não é verdade: estes valores precisam de ser defendidos, reforçados e promovidos incessantemente. Por isso, faço votos que em 2023 as democracias se fortaleçam, as ditaduras enfraqueçam e os populismos de esquerda e direita regridam. Será a melhor forma de ultrapassarmos a guerra e vencermos os desafios comuns que enfrentamos.

2022: Ano difícil e desafiante

Neste artigo, realço alguns factos de 2022 que considero relevantes.
1- Em 24 de Fevereiro a Rússia iniciou uma guerra invadindo – sem justificação – a Ucrânia.
2- A vitória de Emmanuel Macron foi sofrida, mas muito importante para a UE.
3- Do outro lado do nosso continente, a vitória de Lula nas presidenciais trouxe esperança.
4- O ano que agora finda representa também o fim da pandemia.
5- A nível nacional é de destacar que António Costa ganhou as eleições com maioria absoluta.
6- 2022 foi o primeiro ano do PRR e deveria ter sido – pelo menos – o primeiro ano do Portugal 2030.
7- Tenho insistido que temos uma tempestade de milhões prestes a transformar-se num Tsunami.

Votos de um excelente 2023.

UM NATAL DE ESPERANÇA

A vida corre e foge-nos a uma velocidade louca. Há que saborear os melhores momentos. O Natal é o melhor tempo para parar, meditar e conviver. O Natal é aconchego, alegria, família e partilha. Em simultâneo, é memória que traz – sempre – a saudade e a tristeza, por não termos entre nós os que partiram e continuamos a amar.
O presépio e o nascimento de Jesus remetem-nos para a força da humildade, do autêntico e da simplicidade. Nascemos todos iguais. O “outro” é como “eu”. Os valores da tolerância, igualdade, defesa da dignidade humana deveriam estar presentes em todos os lugares do planeta. Infelizmente, as violações dos direitos humanos, a discriminação de raças e as desigualdades são gritantes.

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